
Quando a IA age sem permissão, o problema não é o modelo
Durante anos, a conversa sobre riscos de inteligência artificial girou em torno de um mesmo eixo: o modelo alucina, inventa números, cita fontes que não existem, confunde fatos. Era um problema real, custoso em alguns casos, embaraçoso em outros. Mas era, no fundo, um problema de qualidade do output. Essa época está terminando, não porque as alucinações tenham desaparecido, mas porque o contexto em que a IA opera mudou de natureza.
Ignacio Silva9 min





































